NAS PALAVRAS DO PRÓPRIO
Bastião da (in)sanidade. Conhecedor de muitas teorias e poucas práticas. É uma boa pessoa, apesar de esconder esse fato. Imitou os estilos dos outros Autores para aprender a escrever poesia, e o resultado é que é melhor e mais completo que todos os três. Educado e polido até não o ser. Orgulha-se de registrar coisas bizarras (melhor ainda se puder participar delas ou, se não, testemunhã-las; ou, se não, causá-las). Camaleão (apenas metaforicamente, é claro). Bebe mais café que água, e bebe mais café do que respira oxigênio. Tem um olhar curiosamente perturbador e perturbadoramente curioso. Dentre os três, seu preferido é nenhum; Martins Rex sendo muito belicoso; Paragon, muito reprimido; Stajmevit, muito introspectivo. Responsável por lançar a maldição do Senhor Abutre e, num efeito dominó, conhecer todos os outros três. Visionário.